quando eu estava na antiga oitava série e numa conversa pós aula disse pra minha então professora de potuguês que  queria escrever ela me disse que eu poderia fazer qualquer coisa, mas que eu não precisava escrever. e só muito tempo depois entendi a resposta dela:

-Você fala tudo com os olhos.

só que o tempo passa e a vida vai fodendo tudo, sabe? eu não olho mais as pessoas nos olhos, mas procuro sempre dizer o que penso e sinto e as pessoas, não sei porque cargas d’agua, insistem em fazer questão de não entender lhufas do que eu falo. sabe? sabe? sabe?

eu digo pra fulano: olha, relaxa que já acabou faz tempo. mas faz bem pro ego dele sair por aí se pavoneando que não acabou. mas olha, só na  cabeça da pessoa. mesmo. porque, né… dois anos depois. e eu já disse que acabou. mas se faz bem acreditar que não, quem sou eu pra contrariar.

daí eu escrevo aqui com TODAS as letras existentes no universo que sei da verdade. e siclano INSISTE em mentir pra mim ad infinitum achando que me engana. e quando eu falo que sei, sou obrigada a ouvir: -Você não sabe o que tá acontecendo.” ah, vá! ce jura mesmo que não? e ainda saio da historia como quem não presta. tudo bem, ja me acostumei a acabar com o papel de vigarista.

acho que deve ser essa a hora certa de calar a boca, já que ninguém me escuta mesmo.

mas olha só negada, pela última vez: o tempo passou, a vida andou e vocês precisam aprender a entender o que eu escrevo aqui. não cito nomes, porque né? mas uma coisa é certa: o passado está onde é o lugar dele. nos arquivos.

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