insisto no que me fere. aposto todas as minhas fichas no que falha. e sempre caio. e sempre me levanto. insisto no que vejo de bonito. tento sempre olhar mais fundo, mais certeiro. e sempre falho. nunca consigo dizer as palavras que estão na minha cabeça. sempre falo menos do que quero, mas sempre falo demais. estou sempre rindo da vida, fazendo graça das minhas desgraças. choro rios e tempestades todas as noites. e sempre acho que não chorei tudo o que sentia. e eu já senti tanto. tanto amor, tanta raiva, tanta saudade, tanta indiferença. já senti tudo na pele. já lutei demais mas ainda não lutei tudo. insisto em querer, desejar, sonhar. insisto em não me esconder. os monstros estão sempre por aí, mas não é embaixo da cama que vão me achar. vão ter que me olhar de frente se quiserem me vencer.

e quero mudar o que insisto. quero sempre que seja bom, que seja fácil. mas nunca é. e quero a clareza do gesto, a beleza do sim. e a grandeza do sempre.

e é assim que eu sou:

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