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e tem dia que a saudade é tanta… e dói, e dói, e dói. ai que melodrama! que belo jeito de começar um texto-meloso-ai-como-dói-meu-coração. mas tinha umas coisas, e não tem mais. tinha é? olha só! tinha aquele clima, aquele olhar, meu Deus, como brilhavam os olhos! e tinha toda aquela pose “eusoumaisfodaqueosoutros”, e era tão engraçadinho isso. e tinha eu, ali… babando. céus, estou louca.

sabe, eu nem devia dizer essas coisas assim depois de fechar as portas mesmo sabendo que não haveria volta, eu nem devia dizer nada. mas não sinto raiva, nem nada. só amor. tá vendo? eu disse que estava louca. e o que mais dói é que não tinha mais outra saída, ah se eu pudesse. se as coisas fossem diferentes, se você não fosse você… se eu fosse outra dentro de mim. quem sabe?

sinto necessidade de dizer essas coisas tão confusas dentro de mim, essas coisas que nem eu entendo, talvez pra tentar fugir, jogar tudo isso aqui numa tentativa vã que talvez, com sorte, ao dizer escrevendo tudo isso saia de dentro de mim e fique preso nas palavras. ah, mera tentativa, erro fatal.

será que é assim mesmo? viver de lembranças e de silêncio. e eu fico aqui, vendo você tão de longe… tão á mercê das escolhas que fiz. não devia ter falado sabe? eu sabia que não devia falar nada, teria evitado tanta coisa…

te escrevo essas coisas porque… porque eu falo demais mesmo. enfim. fim?

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