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_onde foi parar a mão que sempre foi companheira? onde foi parar o ombro que antes era amigo e agora só oferece desdém? onde foram parar todos os anos de todas as coisas vividas e ainda tão vivas? nada disso tem mais valor. o passado enterrou? que força é essa que arranca máscaras com um golpe tão certeiro e fatal? talvez o erro tenha sido esquecer de lembrar que máscaras foram feitas pra cair, assim como a verdade foi feita pra prevalecer sobre a mentira. a diferença, sutil diferença,  é que eu não carrego armas. e o seu punhal é afiado demais.

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